Convênio com Hospital Dante Pazzanese permitirá eletrocardiograma por conexão

Sistema, mantido em Pompéia, foi intermediado pelo enfermeiro Marcelo Costa Rufino

Oriente pleiteou junto ao secretário estadual da Saúde, Guido Cerri, convênio para a implantação do eletrocardiograma por conexão com o Instituto Dante Pazzanese. Parceria já existe em Pompéia e foi sugerida para Oriente através do enfermeiro Marcelo Costa Rufino. O pedido foi apresentado ao secretário Guido Cerri durante audiência que contou com as presenças do prefeito Toninho Moris e de Marcelo Rufino.

“O sistema de tele-eletrocardiograma, que através de uma conexão via celular envia o exame realizado na sala de emergência de uma hospital diretamente para uma central em São Paulo no Instituto Dante Pazzanese, conta com um cardiologista de plantão 24 horas. Este médico, que ficará em São Paulo, tem a capacidade de interpretar o exame e enviar o laudo em poucos minutos após a realização do exame. Com o laudo, rapidamente nas mãos do médico da emergência, que estará em Oriente, é possível dispor de uma ferramenta fundamental para o apoio diagnóstico e terapêutico em situações graves, como infarto agudo do miocárdio, arritmias cardíacas em outras doenças cardiológicas”, detalhou o enfermeiro Marcelo Rufino, que é encarregado da enfermagem do trabalho das empresas que compõem o grupo Jacto, de Pompéia.

Outro ponto fundamental é o fator tempo no tratamento emergencial do IAM (Infarto Agudo do Miocárdio) e AVC (Acidente Vascular Cerebral). “As diretrizes nacionais e internacionais indicam que o tempo é músculo, tempo é cérebro, quanto antes tratar, melhor será o sucesso da conduta terapêutica. Inclusive, a cada minuto perdido no IAM representa, em média, uma redução de 11 dias de vida do paciente”, observou.

As doenças cardiovasculares, principalmente o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM ), representam a principal causa de mortalidade e incapacidade no Brasil e no mundo, e seu crescimento acelerado em países em desenvolvimento representa uma das questões de saúde pública mais relevantes da atualidade. A partir do resultado de evidências clínico-epidemiológicas, a exemplo de estudos observacionais e de registros, nesta revisão narrativa os autores apresentam aspectos de epidemiologia do infarto agudo do miocárdio no Brasil, discutindo o impacto de fatores de risco, bem como o estado atual da prática clínica em nosso meio. “O eletrocardiograma deve ser usado em combinação com sintomas de dor no peito, fatores de risco e outros testes diagnósticos que orientam sobre diagnósticos alternativos. A transmissão do eletro para o departamento de emergência acelera os cuidados do paciente com infarto agudo do miocárdio”, frisou.

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Por: Jornal Tribuna Regional