Prefeitura de Oriente quebra tabu e inicia pavimentação no centro

A intenção é substituir as antigas pedras que não possibilitavam mais reparos

Solucionar o problema de pavimentação na cidade tem sido um dos maiores desafios enfrentados pela atual administração, o que acaba implicando no maior investimento do setor de obras da história do município. Após refazer totalmente o asfalto do bairro Novo Oriente, realimentação totalmente o bairro Oriente “A”, asfaltar as ruas do novo CDHU, realimentação as ruas que antecedem o bairro Vendramini (Rua Prefeito João Carrilho de Ferraz, parte da Duque de Caxias e outras) e, após mais de 30 anos de solicitações, asfaltar as ruas Sebastiana Telles e Bernardino de Campos, a prefeitura municipal enfrenta agora um novo e promissor desafio: substituir as antigas pedras de paralelepípedo por pavimentação asfáltica.

Outras cidades, em épocas diferentes, já encararam de frente este obstáculo da mobilidade urbana; somente em nossa região, cidades como Quintana, Pompeia, Queiroz, Julio Mesquita, Marilia entre outras passaram por este período de modernização há anos, agora é a vez da cidade de Oriente dar mais um passo rumo ao futuro.

Segundo especialistas, ao contrário do que muitos acreditam, as antigas pedras não são atualmente a melhor maneira de se pavimentar por diversas razões que vão desde a impossibilidade de reparo que aumenta o custo de manutenção, passando pelas questões paisagísticas até chegar nas questões ambientais.

Alguns trechos que ainda possuem as antigas pedras apresentam pontos necessitando reparos, estas peças não são mais encontradas e a mão de obra especializada para este tipo de trabalho atualmente é mais cara do que a encontrada em larga escala para as pavimentações asfálticas. Em maneira alguma a aplicação de asfalto compromete as questões arquitetônicas da cidade assim como não ‘descaracteriza’ o município, como alguns menos entendidos podem acreditar.

No que diz respeito às questões ambientais, as antigas pedras não são permeáveis, sendo assim, a implantação do asfalto não compromete em nada a alimentação dos lençóis freáticos. “Se isso fosse verdade, nem precisaríamos de bocas de lobo”, informa o biólogo Luciano Euzébio que aproveitou para integrar que “a colocação de asfalto não prejudica em nada no quesito de estarmos caminhando rumo ao selo Município Verde Azul” (selo governamental que pressupõe diversos parâmetros para desenvolvimento sustentável).

Oriente, há dois anos atrás, contabilizava apenas 17 pontos junto a Secretária do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, atualmente, a pontuação do município ultrapassa os 60 pontos, pontuação suficiente para colocar Oriente entre as cidade que mais respeitam o meio ambiente em nossa região.

As obras de pavimentação asfáltica representam o investimento de mais de R$ 300 mil.

 

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